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Por Jorge Arildo
Afronta-nos uma sutileza bizarra
Para sentir-se o bem, o mal é necessário... Dualidade mórbida!
Bem e mal: Contraste desnecessário...
O bem constrói; o mal destrói... No entanto, é mais fácil fazer o mal;
Para se fazer o bem há de se perseverar, tentar alguém feliz se tornar.
O mal pode ter plano; normalmente feito de supino, por instinto... Triz!
Se parasse, pensasse, refletisse o engano, cortar-se-ia o mal pela raiz;
Fazer o bem sem olhar aquém, deveria ser a lei.
Isso aqui não impera! Mundo de expiação, eis a Terra...
Bem-feito não deveria ser praga, sim alegria ante o efeito na paga;
Na contramão, o mal predomina; dano, prejuízo, sofrimento... Ignomínia! Causa magoa!
Forças contrárias, ações opostas, tantos apostam:
- O homem que faz o bem sente uma intima satisfação no fundo de seu coração.
Coração tem razão ao proclamar: o bem visa transformação.
Infinitamente variado em suas expressões: Beneficio, favor, bondade; caridade, mansidão...
Há que se contabilizar!
O bem é investimento; gera bônus, reverte ao próprio ser;
Um beneficio nunca é perdido; felicidade é o resultado.
Praticar o bem exige calma, desinteresse completo... Sem afetação!
No labor do seareiro se intromete o celerado. Prejudica, fere... Mau, quer ser sempre o primeiro;
O bem que se faz não precisa ser notado:
- Egoísmo, se reclamar gratidão pelo evento;
- Orgulho, se esperar reconhecimento...
Vilipendiar a humildade do beneficiado, nefasta atitude!
Vingança, qual pecado, se opõe ao bom e à virtude;
Livre arbítrio na liberdade de escolha, o mal se refestela,
Degenera o estado; infelicidade, a pandemia revela...
Bem-fazer é valorizar o bem; de bem com a vida, santo desejo!
Quem faz, colhe frutos; primeiro a saciar sede na fonte benfazeja.
Se extasiar nesta certeza; doce labuta leva além .
- Cooperar! Não desertar da luta; vitória do Sumo Bem!
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