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Octávio Caúmo Serrano
Edgar Mitchell, astronauta aposentado que participou da missão Apollo 14, com destino à Lua, em 1971, afirmou que existe vida extraterrestre e que o governo americano esconde informações sobre o assunto.
As declarações foram dadas durante a quinta X-Conference, um encontro anual que reúne ufólogos e outros que acreditam na existência de discos voadores e formas de vida alienígenas, realizada em 19 de abril de 2009.
Entre suas informações, o astronauta Mitchell disse que não estamos sozinhos. Nosso destino é nos tornarmos parte de uma comunidade planetária. “Nós devemos estar prontos para ir além do nosso planeta e além do nosso sistema solar para descobrir o que está acontecendo lá fora.”
Faz algumas menções sobre o conhecido caso Roswell, cidade onde ele cresceu, e diz que foi aconselhado a não fazer pesquisas sobre o assunto. As pessoas da comunidade foram silenciadas pelas autoridades militares que ordenaram não se falasse sobre tal acontecimento envolvendo um ET que teria sido capturado.
“Não há dúvida que estamos sendo visitados. O universo em que vivemos é muito mais maravilhoso, emocionante e abrangente do que jamais fomos capazes de entender”, disse Mitchell.
O interessante das declarações do astronauta não é a existência de discos voadores ou vida extraterrestre, algo absolutamente óbvio, mas a informação da convivência estreita de seres de outros mundos com a humanidade da Terra, numa aproximação maior do que supomos. Podemos estar convivendo ou tendo amigos e parentes de outros planetas que aqui estão com tarefas de pesquisas. Diríamos, agentes secretos ou olheiros, de outros astros.
Interessante também saber que esta aproximação tanto pode visar interesses contrários aos nossos como favoráveis. E se eles estão mais adiantados do que nós, provavelmente querem nos ajudar. Se o inverso ocorrer, desejam aprender. Imaginar que alguém cuja capacidade lhe permitiu vir de mundos distantes, até nós, nada tem a aprender conosco; não é inteligente. Muitas vezes a tecnologia não acompanha a sabedoria e ela tem influência grande não apenas no espírito, mas também no físico. Entre os homens encontramos analfabetos com mais lucidez que muitos doutores com todas as pós-graduações.
Os extraterrestres, já se noticiou, nos têm como uma humanidade bonita. Logo, desejarão conhecer detalhes sobre nosso DNA, evidentemente. Fala-se em abduções – sequestros –, para colheita de material humano usado na fertilização de pessoas de outros planetas. Há muita especulação sobre o assunto; alguma verdade deve existir!
Quando ele diz que estamos num universo muito mais maravilhoso, emocionante e abrangente do que jamais fomos capazes de entender, deixa claro ser perfeita a obra de Deus e que ainda não temos atributos para perceber toda a sua grandeza.
Se tivéssemos olhos de ver e observássemos a natureza com mais interesse, compreenderíamos muito do que disse Mitchell. Os milagres da criação exibem-se diariamente para todos nós!
Vejamos a fertilização de uma planta, nascida a partir de uma semente. Semente que pode ser guardada por milênios e que se transforma na árvore quando oferecida ao solo. Poderíamos definir como um milagre da criação!
Quando analisamos a atividade dos órgãos do corpo humano, vemos que trabalham em regime de mutirão. Cada um cumpre a sua finalidade e deixa para o outro a continuidade da obra. A boca tritura; o estômago digere, o intestino processa e o baço aproveita o que possa nutrir o corpo. Enquanto isso, alheio ao que se passa, o coração coadjuvado por veias e artérias distribui todo esse alimento a fim de manter-nos saudável. Só não funciona bem quando nós atrapalhamos e, vivendo errado, entupimos nossos vasos. Disso nascem as doenças.
Vamos além, observando as marés, o Sol e a Lua, a noite e o dia, e entenderemos a ciência de Deus regendo as leis da criação, com controle e precisão absolutos. Quando bem compreendidos, os tsunamis, tornados, inundações, terremotos ou vulcões passam a ser manifestações naturais em favor da humanidade, apesar de não entendermos as razões porque, às vezes, infelicitam as comunidades, se as analisamos sob a ótica humana. Mas se observarmos pelo lado espiritual, tudo ficará mais fácil de entender e o mal vira preparação para um futuro mais ditoso. Difícil de entender? Muito! Mas quem tem fé deve pensar dessa forma.
Esses homens que saíram da esfera planetária grosseira para ter contato com camadas mais sutis, seguramente viram, ouviram ou sentiram algo que os transformou. Numa figura alegórica, ficaram mais perto de Deus porque estavam despidos de interesses materiais, com olhos e ouvidos bem abertos e mergulhados no silêncio divino. Quando voltaram, foram todos tomados de certo misticismo e acabaram deixando suas tarefas como astronautas. Nunca puderam falar por imposições legais e deveres profissionais. Mas que eles sabem muita coisa interessante, lá isso sabem.
Um dia conheceremos mais e entenderemos toda a magnitude do Criador! Esse tempo está chegando!...
Por enquanto, celebremos a figura excelsa de Jesus em mais um Natal que a humanidade festeja!
Revista RIE - Dezembro de 2009
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