Entrevistas \| Entrevista com Sonia Rinaldi
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Entrevista com Sonia Rinaldi Imprimir E-mail
Sônia RinaldiPergunta: Quando você teve seu primeiro contato com a transcomunicação?

Sonia: Em 1979... eu freqüentava o IBPP- Instituto de Pesquisas Psicobiofísicas, então dirigido pelo Dr.Hernani Guimarães Andrade. E lá comentava-se de que algumas pessoas estava gravando vozes em gravadores. Tempos depois, iniciamos lá mesmo na sede do IPBB os primeiros experimentos, embora nem soubéssemos como proceder. Tivemos que reinventar a roda, pois não haviam “receitas”  de como fazer. Mas foi ótimo! Essa fase nos deu a certeza de que era isso mesmo que eu queria.


Pergunta: No início, quantas pessoas trabalhavam na pesquisa?

Sonia: No IBPP éramos em 4: eu, meu marido, Fernando, o Dr. Hernani  e a assistente dele, Suzuko.  Depois de 2 anos, o IBPP mudou-se para o interior de São Paulo, e iniciamos nossa carreira solo... vindo a formar o que inicialmente chamamos de Clube dos Transcomunicadores, depois evoluiu para a ANT- Associação Nacional de Transcomunicadores e finalmente, criamos o IPATI- Instituto de Pesquisas Avançadas em Transcomunicação Instrumental.


Pergunta: Já sentiu algum preconceito de pessoas que não entendem a seriedade do assunto?

Sonia: A ignorância graça por todos os cantos. O que se há de fazer. Mas, que diferença faz se aceitam ou não? É uma questão de tempo. As provas se avolumam, os contatos melhoraram a cada quanto, as imagens surpreendem. Quem preferir parar no tempo, que o faça.


Pergunta: Na sua opinião, qual a principal função da transcomunicação?

Sonia: São pelo menos duas:  trazer o consolo e ser a forma mais concreta (hoje em dia) para se comprovar a sobrevivência após a morte.  Sendo os contatos gravados e documentados, são passíveis de todo tipo de investigação e análise. Isso torna possível, cada vez mais a comprovação de que a vida não termina quando o corpo físico perece.


Pergunta: Como você vê a transcomunicação no futuro?

Sonia: Talvez o sonho do Dr. Hernani se realize:  que em todas as casas do planeta aparelhos comuns, do dia a dia, possibilitem contactar os parentes e amigos que nos antecederam.  Mas é difícil prever.

Pergunta: Qualquer pessoa pode fazer transcomunicação?

Sonia: Sim, não há requisitos especiais. Seguindo as técnicas corretas, o sucesso é alcançado. Hoje em dia que começa, já tem dicas e literatura que ensina o passo a passo, diferentemente de nós, quando iniciamos há 20 anos atrás.


Pergunta: Quais os estados do Brasil que possuem equipes de colaboradores e pesquisadores?

Sonia: Colaboradores do IPATI, ou seja, voluntários, temos no Brasil todo. São tradutores de inglês, francês, espanhol, revisores, digitadores, físicos que fazem análises, engenheiros que aplicam Biometria nas imagens, outros tantos que ouvem e selecionam contatos, etc.   Já pesquisadores, seriam outros tantos, mas não temos acesso a saber quantos e onde, pois as pessoas que lêem nosso livro “Gravando Vozes”, geralmente o fazem porque querem começar a gravar. Só os que leram passam de 5.000.

 
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