| Casos sugestivos de reencarnação |
|
|
|
Quando falamos em reencarnação, uma dos argumentos mais freqüentes, por parte dos cépticos é: se, tivemos outras encarnações, por quê não lembramos? Apesar das explicações sobre a inconveniência dessa lembrança, percebe-se que, o interlocutor não satisfeito, continua com o seu cepticismo. Entretanto, a vida apresenta lições, que provoca reflexões profundas a respeito da reencarnação. Entre estas lições, encontram-se os casos de genialidade precoce e recordações comprovadas de encarnações anteriores. São casos de crianças em tenra idade, que jamais freqüentaram escola, e, no entanto, apresentam um conhecimento extraordinário sobre variados assuntos; outros afirmam que tiveram uma encarnação anterior, no seio da família atual. Surpreendem a todos os familiares, falando de casos, que não lhe foram revelados nesta encarnação; são inegavelmente, casos sugestivos de reencarnação. Para reflexão sobre o assunto, apresentamos: Genialidade precoce O grande gênio da música – Mozart, tocou violino aos dois anos de idade; aos quatro anos escreveu sua primeira sonata, e aos sete, sua primeira ópera. Um caso não tão conhecido, como o de Mozart, porém, muito mais extraordinário, foi o do coreano do sul, Kim Ong Dyongh, nascido a 12 de maio de 1962 na cidade de Seul. Quando estava com dois meses de idade, pronunciou claramente a palavra “mamãe”. A mãe dele comentou em voz alta: “tive a impressão que Kim falou!” “Eu falei mesmo”, disse a criança. A mulher desmaiou. Quando o esposo chegou, ela contou o ocorrido; mas ele não acreditou, imaginou que o parto causara algum problema na esposa. Entrou no quarto, aproximou-se do berço da criança e comentou: - Parece que sua mãe não está bem, ela imagina tê-lo ouvido falar! - Eu falei mesmo papai! Respondeu a criança. O pai também desmaiou. Aos quatro meses Kim já falava tudo; e disse: ponha-me no chão, pois eu já posso andar. Colocaram-no em pé, e ele começou a andar, com certa dificuldade. Aos sete meses, escreveu um poema dedicado ao entardecer em Seul. Aos nove meses publicou um livro de poemas. Quando completou um ano, foi apresentado à imprensa, e submetido durante uma hora, a perguntas feitas pelos jornalistas, respondeu a todas. A mãe de Kim preocupada, por ser ele uma criança, submetida a uma entrevista tão longa, advertiu a imprensa sobre provável cansaço. O guri ouvindo, redargüiu: “Não estou cansado. Tenho prazer em ver homens fazendo perguntas infantis.” Aos seis anos, Kim começou a freqüentar a Universidade de Seul. Aos dez anos, recebeu o título de doutor “onoris causa” em química. Aos vinte e seis anos, ele era um notável matemático, especializado em cálculo diferencial e espacial. Recordação de encarnações anteriores Em um documentário da Discovery (em dvd ), sobre reencarnação, é apresentado um caso de uma criança com apenas cinco anos de idade que faz revelações sugestivas, de ser ele a reencarnação do pai da sua mãe, desencarnado um ano antes dele nascer. Aos três anos ele brincava, enquanto a mãe trabalhava; como estava fazendo barulho, a sua mãe prometeu bater-lhe se ele não parasse. Ele voltou-se para ela e disse: - Quando você era pequena e eu era seu pai, você bagunçava muito, mas eu nunca lhe bati! Era comum dizer também: - eu era policial e entrei numa loja, tinha uns homens assaltando eu ia prendê-los, mas atiraram em mim e eu morri! Esta revelação torna-se bastante sugestiva, quando sua mãe revela que seu pai (avô da criança), era policial e ao tentar evitar um assalto, identificou-se como policial e pediu para que os assaltantes soltassem as armas; foi atingido por uma bala. De acordo com a autópsia, a bala rompeu de uma artéria pulmonar causando sua morte. Merece ser mencionada a relação desse fato com um problema congênito, que fez a criança submeter-se a seis cirurgias. Ela não podia fazer esforço, pois ficava com falta de ar e desmaiava. Havia uma área do coração que não se desenvolveu em função de defeito em uma artéria (correspondente a atingida na anterior encarnação). É oportuno lembrarmos que esse fenômeno é comum, em caso de mortes em situações traumáticas, quando o tempo de permanência do espírito na espiritualidade é curto (no caso em estudo foi de um ano). Para concluirmos, ainda relacionado a esta criança, relata sua mãe que seu pai (avô da criança), criava dois gatos: o preto, chamava-se Maniac e o branco, Boston; mas ele insistia em chamá-lo Bosson. A criança perguntou-lhe um dia: quando eu era seu pai, eu tinha um gato; lembra-se do seu nome? Ela respondeu: - Qual? Maniac? Ele respondeu: - Não o branco! –Boston. Respondeu a mãe. – Sim, mas eu o chamava Boss; certo? A mãe da criança mais uma vez, ficou estarrecida com tal revelação, que lhe dava a certeza, que o espírito encarnado como seu filho, era o seu pai de retorno à família. Mesmo sabendo, que a lembrança do passado, na maioria das vezes, se constituiria algo inconveniente, interpretamos que casos como estes, parecem ser, um recado de Deus, para que o homem acorde para a realidade espiritual e melhor compreenda os mistérios da vida. E-mail: Este endereço de e-mail está protegido contra SpamBots. Você precisa ter o JavaScript habilitado para vê-lo.
3.25 Copyright (C) 2007 Alain Georgette / Copyright (C) 2006 Frantisek Hliva. All rights reserved."
|