| Questão Homeopática |
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Quando vai se fazer uma infusão, coloca-se em água previamente fervida e abafa-se por alguns instantes, folhas de uma planta, para extrair-se os elementos químicos que se deseja da planta. Não vamos comer as folhas. Tirando as folhas ficam ali os elementos químicos. Para que esses elementos químicos saiam das folhas tivemos que dar uma mexida antes de retirar as folhas do recipiente. Então, achamos que o medicamento homeopático vai obedecer os mesmos princípios a nível atômico, porque ocorre o seguinte: Os átomos estão constantemente emitindo suas subpartículas, dependendo do elemento químico a emissão é maior ou menor. Por exemplo, de acordo com a Física a nossa pele está emitindo elétrons a toda hora, inclusive é isto que se detém na máquina Kirliam, emissão eletrônica de elétrons da pele, pelo efeito corona. No caso da infusão ocorrem oscilações que vão obedecer um tempo e um ritmo, devendo provocar fenômenos de ressonância que devem fazer com que haja uma emissão específica de partícula subatômicas que ficam no líquido diluente. Sabemos pela Física que cada elemento químico tem um potencial de emissão de subpartículas como:
Temos pessoas que vão dizer que não há elemento químico na infusão após dinamização. Da tabela periódica não, estequiometricamente é indetectável. Agora, não se pode afirmar que não existe nenhum elemento químico ali, porque quando se fala em elemento químico na Física nós ainda temos uma herança estequiométrica restrita a tabela periódica. Não chegamos, ainda, ao nível de trabalhar a química das substâncias subatômicas. Agora é que estamos começando a entender isso, quando se estuda a patologia do oxigênio, que são os diversos tipos de oxigênios que variam conforme os padrões de incorporação ou emissão de elétrons. Agora é que estamos começando a estudar as partículas de gluons e bosons que antes eram presumidas matematicamente, mas que hoje já foram detectadas. Gluons que são agregados de subpartículas que antes eram desconhecidas. Então, não há uma estequiometria, uma química de subpartículas, sendo assim, dizer que o medicamento homeopático não tem substância nenhuma é uma inverdade.(engano) Poderiam dizer que o remédio homeopático não tem nenhuma substância estequiometricamente mensurável, aí sim. Com certeza ele tem partículas subatômicas. A exemplo da infusão, coloca-se o elemento químico, após sacudido vigorosamente num processo conhecido como sucussão, permanecendo, ainda ali, os elementos subatômicos. Só de colocarmos a mão em cima de uma chapa fotográfica (Kirliam) já ocorrem emissões eletrônicas. Fica com o contato um colorido com vários matizes. Então, é um engano julgar que colocando uma substância no diluente e dinamizando não vai se transformar em energia. Temos que colocar as coisas como elas são. Estequiometricamente não se encontra aquele padrão, mas é porque a Química tem as suas limitações. Os cálculos estequiométricos, o número de avogadro, por exemplo, vai dizer a respeito de partículas atômicas, mas não temos o número de avogrado para detectar partículas subatômicas. Não temos as condições normais de temperatura e pressão adaptadas para compreensão de partículas subatômicas. Hoje em dia se estuda as questões da física de plasma. Não é o plasma sangüíneo, não é este tipo de plasma. Plasma é um estado da matéria que corresponde a 4ª dimensão, ou seja, ao 4º estado da matéria, em que temos um conjunto de partículas subatômicas. Como a matéria é definida pela existência do átomo, tendo um conjunto de átomos temos a matéria. Quando temos um composto de partículas subatômicas, não são átomos, fica difícil definir como matéria, então é o 4º estado da matéria. Os gluons, quarks e bosons são do 5º estado da matéria, são sub subpartículas que estão impregnadas no líquido. Então, a química da Homeopatia deve estar aliada às pesquisas sobre plasma nos Institutos de Física e Química. Como a Química incorporou muita coisa da Física, para entender a estequiometria, um dia, vai incorporar coisa de subpartículas para entender os processos de dinamização e toda a farmacologia subatômica. Veja, mesmo no que diz respeito a Biologia a compreensão da definição de vida é baseada numa estrutura molecular. ABDUN SALAN, que ganhou o prêmio Nobel de Física, dizia: “É preciso percorrer uma Teoria Atômica da Vida”, porque se tem a teoria molecular, mas não se tem a teoria atômica. A questão é que um dia vai se chegar a Biologia Molecular Subatômica, a uma Química Subatômica, a uma estequiometria subatômica. É esse o degrau para se chegar, um dia, a estequiometria de ondas, a entender a questão de propagação de meios, a entender os meios de propagação de velocidade supraluminal. Pronto! Aí se descobrirá em laboratório, a energia vital (fluido vital) também contida no medicamento homeopático. Porque a descoberta da energia vital é deduzida matematicamente, presumida fisicamente e é observada na fisiologia médica. São os três terrenos fundamentais de observação:
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