Renascendo e Aprendendo

Quando as luzes de uma nova jornada se acendem e nossos olhos se abrem para a vida terrena, ludibriando-nos com estímulos que nos induzem falças necessidades, inicia-se outra prova, que antes de mais nada é outra lição.

Cada lição nos complementa e nos serve para reconhecer, por meio dos enganos da ilusão, a verdadeira visão da vida que se manifesta em nós por nossa capacidade de ascender a níveis mais altos do pensamento, gerados por vibrações mais altas de sentimentos, tendo a prece por veículo sublime.

Que somos nós, senão passageiros que vão aprendendo nas alegrias e nos desconfortos da viagem?

Que esta aventura não seja, pois, em vão.

Qual é a dor que não faz desabrochar a flor de um novo saber, senão aquela que não se fez entender?

Qual é a luz que não afasta as sombras, senão aquela disperdiçada num foco distante de seu verdadeiro objetvo?

Qual é a forma de “amor” que não traz harmonia, senão aquela que cobra reconhecimento, aquela que exige posse, aquela que não deveria se chamar amor?

Acabamos por perceber que, onde nos encontramos hoje, ninguem é sem ter sofrido, ou deseja sem ter conhecido, ou dá sem ter recebido.

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