O Medicamento Homeopático Age no Corpo Energético

Na medicina, a fisiologia humana, busca desde os seus primórdios estudar e conhecer os mecanismos biológicos.

Começou pela fisiologia sistêmica, observando os órgãos, quais as funções que executavam e quais as relações que existiam entre eles, quando começou-se a descobrir que existiam órgãos que estavam sincronizados para uma tarefa específica, chamou-se isto de sistemas (sistema respiratório, sistema cardiovascular etc..) Depois passou-se a estudar a fisiologia celular. Entrar na célula para descobrir como ela funciona, quais os mecanismos utilizados para fazê-la desempenhar a sua função dentro do organismo. A seguir começou-se a estabelecer dentro da célula micros mecanismos bioquímicos, fazendo com que as células reagissem aos diversos estímulos externos, que ela recebia. Depois passou-se a estudar a fisiologia molecular. Sabemos que o DNA é uma molécula que quando acionada vai produzir outras moléculas (proteínas, hormônios etc).

Para a visão materialista parou aqui. Se só existe a matéria e se conseguimos entender os mecanismos moleculares, então, em tese,  devemos ter respondido todas as perguntas com relação ao Homem: sua existência, seu equilíbrio, sua saúde e sua doença. No entanto, o que notamos é que quanto mais estudamos a fisiologia do corpo físico mais percebemos que não é só isso. Existem  outros elementos que não são visíveis e não são mensuráveis, por enquanto. É o que estamos chamando de fisiologia energética do ser humano.

Estamos começando a perceber que existem os seus efeitos, são observáveis, mas que não podem ser mensurados por falta de instrumentos capazes de medir esta porção energética do ser humano.

Em conseqüência, fundou-se o que chamamos de Medicina Energética ou Medicina Vibracional. Quem ainda não leu o livro Medicina Vibracional do médico Richard Gerber, editora Cultrix, deveria tê-la como uma leitura obrigatória. Ele aborda em seu livro toda esta questão terapêutica que utilizou com base teórica à existência no homem de um corpo energético.

Esta Medicina Vibracional Energética tem alguns representantes como: Homeopatia, Acupuntura e outros.

Se paramos para pensar, por mais cético que  possamos ser como médicos e nosso Conselho Federal de Medicina, entidade que rege a nossa profissão, considera válido e verdadeiro estes métodos terapêuticos, então, conseqüentemente  estamos admitindo uma porção extrafísica do Homem.

Se a Homeopatia funciona, se a Acupuntura funciona, então os seus princípios básicos que regem a sua formação, também são verdadeiros. Então, temos que inferir que já se admite como verdadeiro este homem constituído de energia vital (fluido vital).

Desde 1979 que a Homeopatia foi reconhecida como uma especialidade médica e terapêutica pela Associação Médica Brasileira e, no ano seguinte, pelo Conselho Federal de Medicina,  podendo ser exercida por qualquer médico com formação para tal, ficando vetada a outros profissionais ou leigos, sendo de três anos a duração do curso de especialização.

A Homeopatia é um sistema terapêutico que tem como base o princípio da semelhança, enunciado por Hipocrates (séc. IV a.C.) e desenvolvida por Hahnemann (séc. XVIII d.C). Após estudos, reflexões, observações clínicas e experimentos realizados na época.

“Em 1890 Samuel Hahnemann, alemão, descobriu, ao ingerir voluntariamente um medicamento que era usado para  tratamento da febre, que as substâncias curam, porque são capazes de provocar alterações semelhantes nas pessoas sadias. Ou seja, os sintomas que elas suscitam nos indivíduos sãos, também curam quando se manifestam num enfermo, após observado a farmacotécnica homeopática”.

Assim, a Homeopatia não se baseia em prescrever um medicamento para a doença e sim para o conjunto pessoa-doença, com suas nuances exclusivas, considerando:

aspectos psicológicos;
comportamento;
maneira de ser;
aspectos sociais;
atitudes e expectativas;
a observação homeopática.

“Hahnemann: o homeopata é um observador livre de preconceito”.

Quanto mais dados peculiares da enfermidade e da pessoa, maior o êxito terapêutico. A associação com outra terapêutica surge de acordo com a necessidade, o que ocorre numa minoria de casos.

Ser homeopata é vivenciar a interdisciplinaridade. É o profissional que considera cada indivíduo único, cada caso singular, tem consciência de que não é possível  tratar a todos igualmente.

É o profissional que busca aperfeiçoar-se sempre e tem lucidez e humildade frente a sua competência; é aprender um novo conceito de indivíduo. Não é somente mais um órgão, é a totalidade psicobiofísica, que o homeopata ajuda a equilibrar ou pelo menos evita que se desequilibre. Ele vai interpretar a linguagem da energia vital, através dos sinais e sintomas, agindo de forma condizente nos seus reclamos.

Portanto, o profissional médico com conhecimento homeopático, atuando no combate à dor/sofrimento, eliminando-os, tem mais um recurso no alívio da sintomatologia do paciente, com a vantagem que a medicação homeopática não tem efeitos colaterais.

E-mail: jnicanor@alternet.com.br

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